Cerca de metade das mulheres empregadas concentra-se em 10 das 130 profissões que constam da Classificação Internacional Tipo de Profissões. Esta segregação horizontal assenta em estereótipos enraizados na sociedade que pressupõem a existência de trabalhos masculinos e femininos.
A maioria das pessoas contratadas para empregos com horários flexíveis são mulheres. O emprego a tempo parcial e o emprego temporário continua a ser maioritariamente feminino.
Na UE, as mulheres ganham 17,1 % menos do que os homens, embora as disparidades salariais entre homens e mulheres oscilem entre 3,2 % e 30, 9 % nos Estados-Membros.
Apesar de 60 % dos licenciados universitários serem mulheres, apenas um em cada sete membros dos conselhos de administração das empresas europeias mais importantes é mulher (13,7 %).
O peso da economia informal no emprego feminino no setor dos serviços é maior do que no emprego masculino.
O assédio, o abuso sexual no trabalho, e outros tipos de violência contra as mulheres são motivo de particular preocupação.
Votei favoravelmente este relatório por denunciar estas situações a apontar medidas sentido de melhorar as condições de trabalho das mulheres no sector dos serviços.