Eu aprovei a resolução, como saudo-o a decisão do Conselho Europeu explicitamente.
Destaco várias medidas que considero francamente positivas como é o caso do Pacto para o crescimento e o emprego, que deverá estar ao serviço da estratégia para fomentar o emprego e o crescimento sustentado, inteligente e inclusivo, com ações ao nível nacional e europeu, tendo sido disponibilizado um pacote de 120 mil milhões de euros para promover o investimento e o crescimento na Europa. Bem como, a criação de uma União Bancária e de um Sistema Comum de Supervisão, que pretende quebrar o ciclo vicioso entre os bancos e a dívida pública; e o aprofundamento da UEM. Lamento que em alguns pontos de igual importância tenham ficado um pouco aquém das expectativas e que detalhes importantes tenham ficado aparentemente pouco claros ou relegados para decisões posteriores. É necessária uma maior responsabilização democrática e qualquer nova iniciativa deverá ter como ponto de partida o método comunitário, com o envolvimento de todas as instituições da União.